O secretário de Educação do Distrito Federal, Thiago Peixoto, confirmou nesta sexta-feira (11), em entrevista ao programa Vozes da Comunidade, que o edital do novo concurso público para a SEDF deve ser publicado no início de novembro, com uma estimativa de cerca de 10 mil vagas.
A informação, que já vinha sendo aguardada foi detalhada em resposta à jornalista Cida Frausino, do Portal Folha Evangélica, que em participação no quadro “Sabatinão do Povo”, indagou o secretário sobre o andamento e elaboração do edital e quais cargos serão contemplados além de professor e orientador educacional.
“Serão aproximadamente 10.000 vagas. Qual o perfil de profissional que vai fazer parte desse processo, quais as vagas que nós vamos estar abrindo… esse é um dado que eu vou ter que esperar um pouquinho para colocar na mesa, porque existe um grupo estudando isso profundamente para a gente, em breve, divulgar essa informação”, disse Peixoto.
Sobre o cronograma, o secretário foi direto: “O edital vai ser publicado, anunciado, no início de novembro.” Segundo ele, uma comissão já trabalha no desenho da prova, em diálogo com o sindicato da categoria, e o cuidado na elaboração do edital é tratado como decisivo. “A forma que esse edital é feito é a forma que vai garantir mais profissionais qualificados chegando na nossa rede”, afirmou.
O que ainda não foi definido
Apesar do prazo confirmado, Peixoto deixou em aberto pontos centrais do certame:
- a distribuição exata das vagas entre os cargos;
- quais funções, além de professor e orientador educacional, serão contempladas;
- se haverá cadastro de reserva e em que proporção em relação às vagas imediatas.
Mais adiante na entrevista, ao responder ao jornalista Andrey Neves, do Portal Trending News, sobre a situação dos professores temporários — hoje em número elevado na rede —, o secretário foi além do que já havia dito sobre o edital e anunciou uma diretriz de gestão: a intenção da governadora Celina Leão é reduzir progressivamente a dependência de contratos temporários, substituindo-os por profissionais efetivos à medida que novos concursados forem convocados.
“A governadora tem, sim, a intenção — ou mais do que isso, ela vai fazer o processo — onde a gente vai ter um processo de substituição dos temporários pelos efetivos”, declarou Peixoto.
Thiago Peixoto reforçou ainda que, até a publicação do novo edital, não há previsão de novos chamamentos: “Nós chamamos todos os professores, toda a lista que estava apta a ser chamada. Então agora, um próximo chamamento nosso vai depender de um novo concurso.”
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