Ao longo de 2025, o Distrito Federal manteve um volume elevado de obras públicas em execução, com intervenções voltadas à mobilidade urbana, drenagem, pavimentação e recuperação de áreas públicas. As ações foram conduzidas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e se espalharam por diferentes regiões administrativas, com projetos estruturais e serviços de menor porte ocorrendo de forma paralela.
Segundo o secretário Valter Casimiro, o ano exigiu coordenação técnica e acompanhamento constante dos contratos. “A prioridade foi manter as obras andando e resolver demandas que impactam diretamente o dia a dia da população. Em muitos casos, falamos de problemas antigos que precisavam de soluções definitivas”, declarou.
Um dos principais focos de atuação seguiu sendo o Sol Nascente, onde as obras de infraestrutura avançaram em etapas essenciais. Os serviços de drenagem, pavimentação e organização viária contribuíram para reduzir transtornos históricos e promover mudanças permanentes na região, considerada uma das maiores frentes de urbanização do DF.
Em outra ponta da cidade, Vicente Pires entrou na fase de conclusão de um longo ciclo de obras. Na Colônia Agrícola Samambaia, os trabalhos se concentram nos ajustes finais de infraestrutura, após a execução das etapas mais complexas de drenagem e pavimentação que marcaram a transformação da área.
No campo da mobilidade, 2025 também foi marcado pela continuidade dos corredores exclusivos de ônibus. As obras na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) seguiram em execução, enquanto o corredor da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) foi finalizado e passou a operar até o Terminal da Asa Sul, ampliando a capacidade do transporte coletivo e reorganizando o fluxo de veículos.
Além dos grandes eixos viários, a secretaria ampliou investimentos em calçadas acessíveis, ciclovias e adequações urbanas voltadas à circulação de pedestres, fortalecendo políticas de mobilidade integrada.
Entre as intervenções em espaços públicos, a Praça do Relógio, em Taguatinga, passou por uma reforma completa, com novo pavimento, sistema de drenagem, calçadas requalificadas, paisagismo e a recuperação do relógio, um dos símbolos da cidade. As obras da W3 Norte também avançaram e caminham para a etapa final.
No Setor Comercial Sul, a Quadra 6 entrou em processo de requalificação, com reorganização dos espaços, novas calçadas, mobiliário urbano e paisagismo. O conjunto de obras inclui ainda as quadras 1 e 2, além dos setores Hoteleiros Sul e Norte e do Setor Hospitalar Norte, áreas estratégicas do centro de Brasília.
Outra obra relevante é a duplicação da via de ligação entre o Guará e o Núcleo Bandeirante. Parte do projeto já foi entregue, contribuindo para a redução de congestionamentos. Atualmente, os serviços estão concentrados na construção da ponte sobre o Córrego Vicente Pires, etapa considerada essencial para a conclusão da obra.
Para Valter Casimiro, o balanço de 2025 aponta para uma política de infraestrutura voltada à prevenção de problemas futuros. “Investir em drenagem, pavimentação e mobilidade é antecipar soluções. O objetivo é preparar a cidade para crescer com menos improviso e mais planejamento”, afirmou.






































