Shows, capoeira adaptada e artes visuais vão ocupar o Estacionamento 12 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek durante a primeira edição do Festival da Eficiência. Com entrada gratuita, o evento estreia em Brasília reunindo atrações culturais e iniciativas de inclusão em uma programação aberta ao público.
Seis nomes estão escalados para comandar a parte musical: Banda Hey Johnny, Ayla Serena & Banda Cálida Essência, Banda Baião de 2, Dani Ribeiro e Banda, Surdodum e DJ Dudu.
Além dos palcos, o festival reserva espaço para atividades das quais o público poderá participar diretamente. Entre elas está a oficina de Capoeira Adaptada, desenvolvida pelo Projeto 100% Capoeira. A agenda inclui ainda artes visuais, experiências culturais inclusivas e serviços de orientação.
A estreia tem como uma de suas principais bandeiras ampliar os espaços ocupados por artistas com deficiência em Brasília. A iniciativa busca dar destaque ao trabalho, à criatividade e às diferentes formas de expressão desses profissionais, sem recorrer a uma visão assistencialista.
Esse princípio também aparece na construção da programação. A curadoria adota o conceito de “Eficiência Criativa e Diversidade Estética” para reunir trabalhos e experiências capazes de apresentar diferentes perspectivas dentro da produção artística.
Para Flávio Leão, idealizador e proponente do Festival da Eficiência, a iniciativa também funciona como uma vitrine para talentos que buscam mais espaço no circuito cultural do Distrito Federal. “A proposta é fazer com que o talento fale mais alto. Queremos mostrar a força criativa desses artistas e ampliar a presença das pessoas com deficiência nos espaços onde a cultura é produzida e compartilhada”, afirma.
Parceiros institucionais e coletivos locais também integram a realização da primeira edição. A ideia é fazer do Parque da Cidade um ponto de encontro entre artistas e público, combinando entretenimento, participação e acessibilidade.
Ao apostar em uma programação construída em torno da diversidade, o Festival da Eficiência chega ao calendário brasiliense com a proposta de mostrar que inclusão também significa garantir palco, público e espaço para diferentes talentos.







































