O 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão) 2025 começou na sexta-feira (29) e vai até terça-feira (3) no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O evento reúne profissionais de saúde, pesquisadores e representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) para uma programação intensa e diversificada.
Entre as atividades, estão previstas mesas-redondas, cursos e palestras que abordam temas como vigilância em saúde, segurança alimentar, saúde mental, saúde indígena, direitos humanos, inovação tecnológica e políticas públicas. Na abertura, servidores da Vigilância Sanitária da SES-DF participaram de encontros com profissionais de todo o país para debater os principais desafios da área.
Um dos objetivos do encontro foi dar início à organização do 10º Simpósio Brasileiro de Vigilância Sanitária (Simbravisa), que será sediado em Brasília em 2026. “Já estamos estruturando a programação e definindo os temas que serão discutidos no próximo simpósio”, explicou Edna Covem, da Coordenação do Grupo Temático de Vigilância Sanitária (Gtvisa) da Abrasco.
Para a diretora da Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé, o Abrascão e o Simbravisa são essenciais para debater a saúde pública, o papel da vigilância sanitária e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). O consultor legislativo aposentado Geraldo Luchesse acrescenta que o congresso é um dos raros espaços para reflexão sobre o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, uma área que exige pesquisa constante e análise crítica.
Nesta edição, o Abrascão se consolida como a mais diversa de sua história, com 10.861 participantes e 8.398 trabalhos aprovados. Promovido pela Abrasco em parceria com a Fiocruz Brasília, o congresso tem como tema “Democracia, equidade e justiça climática: a saúde e o enfrentamento dos desafios do século 21”, destacando a importância de debates sobre saúde coletiva e políticas públicas frente aos desafios contemporâneos.







































