Izalci Lucas havia declardo publicamente que seria o pré-candidato do PL ao Palácio do Buriti nas eleições de 2026, chegando a atualizar oseu perfil no instagram com essa informação. A movimentação, feita sem negociação interna, gerou reação imediata da cúpula da legenda no DF.
Ao explicar sua posição, Bia Kicis recorreu à identidade coletiva do PL para justificar a rejeição. Para ela, lançar uma pré-candidatura sem passar pelo crivo do partido contraria os princípios de funcionamento da legenda — e não pode, portanto, ser tratada como uma posição oficial da sigla.
A frase que resumiu o recado foi dura e direta: “Se esse senhor insiste em lançar a sua pré-candidatura sem conversar com ninguém, eu quero dizer que ele não fala pelo PL.” A declaração coloca Izalci numa posição politicamente delicada ou acompanha a s decisões do partido ou busca um outro caminho político.
A posição de Bia Kicis deixa claro o caminho que o PL/DF escolheu para 2026: o partido está alinhado com a reeleição de Celina Leão e não abre espaço para candidaturas paralelas dentro da própria legenda. O recado foi dado e é difícil de ignorar.








































