Na última quarta-feira (5), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebeu uma audiência pública para debater os próximos passos do Cartão Uniforme Escolar. A iniciativa pretende facilitar o acesso das famílias da rede pública a uniformes escolares e, ao mesmo tempo, fortalecer a indústria local. O encontro contou com representantes do governo, empresários e instituições parceiras.
Para Hélvia Paranaguá, secretária de Educação, o projeto vai além da logística dos uniformes. “O programa une educação e economia local, oferecendo apoio real às famílias e oportunidades para quem produz aqui no Distrito Federal”, afirmou.
O Banco de Brasília (BRB) será o responsável pela gestão do cartão, incluindo o suporte aos usuários e o funcionamento das maquinetas. Já o Senai vai capacitar profissionais para garantir a produção de uniformes com qualidade, além de desenvolver um guia técnico que padronize os processos.
O programa também deve gerar impactos econômicos significativos. Segundo representantes do Sindiveste-DF, o investimento previsto para os próximos anos ultrapassa R$ 100 milhões, movimentando malharias e estimulando a criação de empregos.
A deputada Jaqueline Silva, autora da lei que institui o programa, reforçou que a iniciativa é fruto de um esforço conjunto entre governo e setor produtivo. “O Cartão Uniforme Escolar mostra que é possível unir políticas públicas com oportunidades de desenvolvimento econômico, beneficiando toda a comunidade”, disse.
Mais do que um auxílio para a compra de uniformes, o programa nasce como uma ponte entre educação, economia e desenvolvimento social, criando um ciclo de benefícios que vai das famílias aos profissionais e empresas do Distrito Federal.









































