Faltando poucos meses para as Eleições 2026, o Distrito Federal atingiu um dos maiores índices de cadastramento biométrico do país. Dados da Justiça Eleitoral mostram que 94,4% dos eleitores aptos já podem ser identificados pelas digitais no momento da votação, percentual que reforça o avanço da atualização do cadastro eleitoral na capital.
O levantamento indica que 2.253.732 eleitores estão habilitados para participar do pleito deste ano. No total, o banco de dados da Justiça Eleitoral reúne 2.562.037 inscrições, incluindo títulos em situação regular, cancelada e suspensa.
A biometria já supera 92% em todas as zonas eleitorais do Distrito Federal. O melhor desempenho foi registrado na 11ª Zona Eleitoral, no Cruzeiro Novo, onde menos de 3% do eleitorado ainda não realizou o procedimento. A Asa Sul, a Asa Norte e Ceilândia Norte também aparecem entre as regiões com menor número de pendências.
Na outra ponta do levantamento estão Lago Sul, Santa Maria e Samambaia. Mesmo com os maiores percentuais de eleitores sem biometria, essas zonas eleitorais também apresentam ampla adesão ao sistema de identificação biométrica.
Além do avanço tecnológico, o cadastro eleitoral revela que 273.434 inscrições estão canceladas por motivos como ausência em revisões cadastrais, falta de regularização do título e outras hipóteses previstas na legislação. Outras 34.871 permanecem suspensas.
As zonas eleitorais do Recanto das Emas, de Ceilândia Norte, de Ceilândia Norte/Brazlândia e de Planaltina concentram os maiores índices de inscrições suspensas no Distrito Federal.
Com os dados consolidados, a Justiça Eleitoral utilizará a distribuição do eleitorado para definir a estrutura de funcionamento das eleições, desde a organização das seções de votação até a alocação das equipes responsáveis pela operação do pleito em todo o Distrito Federal.






































