O Governo do Distrito Federal avança na construção de sete novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para ampliar a rede pública de urgência e emergência. As obras estão em andamento em regiões como Águas Claras, Água Quente, Estrutural, Guará, Sol Nascente e Taguatinga. A unidade de Arapoanga ainda aguarda etapas administrativas para o início das intervenções.
Segundo dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), as 13 UPAs em funcionamento registraram 495.984 atendimentos entre janeiro e abril deste ano. O volume elevado de pacientes pressionou a rede e acelerou o plano de expansão do sistema público de saúde.
Com as novas estruturas, o DF passará de 13 para 20 unidades de pronto atendimento. O investimento já contratado para seis das sete obras é de R$ 117 milhões.
As futuras UPAs serão classificadas como porte 3, o maior nível definido pelo Ministério da Saúde. Cada unidade terá 2.632 metros quadrados de área construída e capacidade para 65 leitos — sendo 33 destinados a adultos e 32 para atendimento pediátrico.
Os espaços também contarão com consultórios médicos, salas de estabilização, laboratório, farmácia, setor de exames de imagem, brinquedoteca e refeitório.
Entre as obras mais adiantadas estão as unidades de Águas Claras e do Guará. Nesses locais, a estrutura física já foi concluída e as equipes atuam nas fases de alvenaria, instalações internas e drenagem externa.
Na UPA de Água Quente, a estrutura também já foi finalizada e os trabalhos seguem concentrados na parte interna da obra. Já no Sol Nascente, problemas no início da execução afetaram o cronograma, mas os serviços avançaram para as etapas de concretagem e instalações.
Na Estrutural, as equipes trabalham na concretagem de pilares e lajes. Em Taguatinga, a construção foi retomada em dezembro de 2025 após paralisações. O novo cronograma prevê entrega entre janeiro e fevereiro de 2027, embora o governo avalie a possibilidade de antecipar a conclusão.
A unidade de Arapoanga permanece em fase preparatória e depende da liberação da documentação do terreno para o início das obras.
A ampliação da rede de UPAs é tratada pelo GDF como uma das principais apostas para reduzir a sobrecarga nas emergências hospitalares e descentralizar o atendimento de casos de menor complexidade nas regiões administrativas.







































