A esquerda do Distrito Federal caminha, mais uma vez, para a desorganização e o fracasso eleitoral. A disputa interna entre partidos da esquerda demonstra que no campo progressista, a vaidade e os interesses individuais gritam mais alto. A recente declaração de Leandro Grass (PV) sinalizando a falta de unidade e criticando projetos individuais é a prova de que o grupo parece mais focado em disputas internas do que na construção de uma coalizão política.
O anúncio da possível candidatura de Ricardo Cappelli (PSB), Presidente da ABDI, pelo ex-governador Rodrigo Rollemberg, reforça essa fragmentação. Enquanto uns tentam se viabilizar politicamente, outros alertam para o risco de pulverização das candidaturas e consequente esmagamento eleitoral diante do favoritismo de Celina Leão (PP), que conta com o apoio de uma ampla base política.
O problema, no entanto, não se resume apenas à divisão. A esquerda do DF sofre de um mal crônico: a falta de quadros políticos de peso e o distanciamento da realidade local. Nos últimos anos, as ditas lideranças progressistas não conseguiram construir projetos sólidos que dialoguem com a população. Aqueles que tentam se apresentar como uma “renovação” não passam de figuras sem capilaridade política ou de forasteiros sem ligação real com as demandas do DF.
Além disso, sempre que a esquerda assumiu o governo local, a gestão foi marcada por crises e rejeição popular. Basta lembrar os governos de Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB), que figuram entre os mais mal avaliados da história do DF. Agnelo entregou um governo atolado em problemas financeiros e serviços públicos em colapso. Já Rollemberg, que prometeu uma administração técnica e eficiente, foi engolido pela sua incapacidade de diálogo, o caos na saúde e a dificuldade de articulação política, o que resultou em um mandato fraco e sem legado expressivo.
Diante desse histórico desastroso e da incapacidade de unidade entre PT,PV ,PCdo B e PSB a tendencia é que o dito campo progressista continue a encolher no DF.
Enquanto a esquerda do DF se perde em disputas internas e projetos individuais, a vice-governadora Celina Leão (PP) surge como o nome mais fortes para a sucessão de Ibaneis Rocha. Com uma trajetória política consolidada, Celina construiu ao longo dos anos um capital político robusto, transitando com habilidade entre diferentes grupos e ampliando sua influência dentro e fora do governo.
Sua atuação como deputada distrital e presidente da Câmara Legislativa demonstrou sua capacidade de articulação, e, como vice-governadora, consolidou-se como uma peça fundamental na gestão, sendo frequentemente acionada para liderar projetos estratégicos.
Além de ser um nome competitivo, Celina Leão representa a continuidade de uma gestão que, apesar de não se intitular progressista, foi a que mais trouxe progresso ao Distrito Federal nos últimos anos. Sob a liderança de Ibaneis, o GDF avançou em obras de infraestrutura, melhorias na mobilidade urbana, investimentos na saúde e segurança pública. A população do DF tem demonstrado que não se prende a rótulos ideológicos, mas sim à política prática de gestores que vão lá e fazem. E nisso, tanto Ibaneis quanto Celina estão a anos luz!
O eleitor brasiliense quer resultados, não discursos vazios! É esse pragmatismo que consolida Celina Leão como o melhor nome para 2026, enquanto isso na esquerda do DF o ego e o umbigo se afastando cada vez mais da realidade política local.